Movimento Gota D’água

Nesta quarta-feira (16/11) foi publicado um vídeo no YouTube com o manifesto de vários atores defendendo o fim das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Entre eles estão Malvino Salvador, Dira Paes, Cláudia Ohana, Bruno Mazzeo, Murilo Benício, Guilhermina Guinle, Ary Fontoura, Cissa Guimarães, Maytê Proença, Nathalia Dill, Sérgio Marone, Eriberto Leão, Ingrid Guimarães, Marcos Palmeira, Juliana Paes, Isis Valverde e Letícia Sabatella.

Segundo a mensagem, aquela que vai ser a terceira maior hidrelétrica do mundo só produzirá um terço da sua capacidade, uma vez que aquela região ao norte do País “praticamente seca” (oito meses por ano). A obra custará R$ 30 bilhões e 80% (R$ 24 bi) do investimento virá de impostos (verba pública) e, caso construída, destruirá 640 km² da floresta amazônica. Os artistas pedem que seja reestudado o caso, e que o Brasil invista em outros tipos de energia, como eólica e solar.

Acesse o site http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura e assine a petição, ajude assim a fazer com que o interesse do povo e não dos políticos seja respeitado. “Uma gota move o oceano!”

Indígenas das Américas admitem sua origem não-terrestre

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre

 

Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos”
A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.
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