Movimento Gota D’água

Nesta quarta-feira (16/11) foi publicado um vídeo no YouTube com o manifesto de vários atores defendendo o fim das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Entre eles estão Malvino Salvador, Dira Paes, Cláudia Ohana, Bruno Mazzeo, Murilo Benício, Guilhermina Guinle, Ary Fontoura, Cissa Guimarães, Maytê Proença, Nathalia Dill, Sérgio Marone, Eriberto Leão, Ingrid Guimarães, Marcos Palmeira, Juliana Paes, Isis Valverde e Letícia Sabatella.

Segundo a mensagem, aquela que vai ser a terceira maior hidrelétrica do mundo só produzirá um terço da sua capacidade, uma vez que aquela região ao norte do País “praticamente seca” (oito meses por ano). A obra custará R$ 30 bilhões e 80% (R$ 24 bi) do investimento virá de impostos (verba pública) e, caso construída, destruirá 640 km² da floresta amazônica. Os artistas pedem que seja reestudado o caso, e que o Brasil invista em outros tipos de energia, como eólica e solar.

Acesse o site http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura e assine a petição, ajude assim a fazer com que o interesse do povo e não dos políticos seja respeitado. “Uma gota move o oceano!”

Consciência ecológica

Consciência Ecológica

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
… O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

– Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.  Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até  então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia  solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
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