Não devemos nada aos reptilianos

Não devemos nada aos reptilianos

Saudações amigos,

Encontrei há uns dias um debate na internet que estava acerca dos reptilianos. Algumas pessoas defendiam que graças à eles, às manipulações genéticas que fizeram na raça humana serviriam para melhorar esta raça aperfeiçoando-a.

A verdade não é por aí, e as manipulações deles eram apenas para criar escravos para trabalharem para eles. Por isso resolvi transcrever aqui um comentário que eu havia escrito.

Luz no Caminho,

Bruno

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A humanidade que atualmente está encarnada não deve nada aos reptilianos. Muitas civilizações com potencial enorme viveram aqui antes deles. O problema é que estes quando chegaram aqui encontraram o resquício de uma ração com alta padrão genético e que infelizmente fora degenerada genéticamente por algum problema que afetou o planeta inteiro. Alguns ascensionaram, outros viraram intraterrenos, e outros ficaram pertidos pela crosta, e acabram como se fosse macacos primitivos, mas à nível genético ainda possuiam bases avançadas, apenas estavam fisicamente e mentalmente deformados.

Não foi à toa que as primeiras manipulações dos annunakis geraram seres com o potencial maior que o deles mesmo e, por isso, foi necessário remanipular geneticamente esses seres e, neste ponto, é que o DNA foi embaralhado só restando 2 camadas, assim como o dna reptiliano da época. Somente dessa forma, é que eles conseguiriam ser superiores à estes seres, pois lá no fundo ainda possuíam código genético da raça adâmica, criada em Aria.
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Bonecos de civilizações extraterrestres

Olá Pessoal,

Alguém teve a brilhante idéia de produzir bonecos de civilizações extraterrestres. Tudo bem que já haviam vários brinquedos do gênero, mas a maior parte deles mostrava monstros e outros bichos estranhos que nada tem a ver com a cultura cósmica.

Entretanto, alguma empresa que, eu não sei qual, produziu alguns desses bonecos com características próximas às civilizações extraterrestres que possuímos certo grau de contato. Vejam a imagem abaixo.

Luz no Caminho,

Bruno Borges