Obsessores Encarnados

Eis aqui a pior raça de seres de lidar. Estes obsessores são sim humanos e estão encarnados.

Caminham entre nós, estão infiltrados em nossas famílias, em nossos locais de trabalho e estudo, no nosso condomínio, sociedade e por todos os lugares. São sorridentes, nos tratam bem, e falam mal de nós pelas costas. Nos parabenizam pelas nossas conquista e nos invejam quando distante de nós. Nos cumprimentam com cordialidade, apertam nossas mãos e batem em nossas costas e depois reclamam, falam mal e nos praguejam. Poucas pessoas estão livres desses seres.

Não podemos desintegrá-los, não podemos mandá-los para a 49༠ infradimensão do umbral, não podemos transportá-los para as prisões da Lua, nem presenteá-los aos anunnakis e reptilianos. Emfim, as coisas simples de resolver não são válidas para esses seres.

Tendo que aturá-los no dia-a-dia misturados aos nossos familiares ou em locais que frequentamos sempre, é preciso ter sempre energia alta próximo à eles. Como neanderthais da espiritualidade, são especialistas em desequilibrar as pessoas, em sugar energias e desencadear todo o mal que for possível com suas simples presenças. Não satisfeitos, estes ainda mantém sem padrão de pensamento conectado ao nosso, por dias, semanas ou pra sempre, acorrentando vossas energias, digno de seres que acabaram de descer na árvore, aprenderam a andar, falar e se misturaram na sociedade.

Pessoas sutis geralmente prefeririam morar nos Andes do que lidar com seres assim. Dizem que o pior ignorante é aquele que nem sabe que é ignorante. Eles são assim e, ainda se acham o máximo, são orgulhosos por tudo o que são. E o que eles são? Nada, absolutamente nada.

Todos de nós da espiritualidade talvez já tenhamos lidados com seres assim.

Esses obsessores estão vivos, porém parecem mais corpos sem nenhum conteúdo intelectual ou espiritual. Um carcaça oca, uma bomba prestes a estourar sua negatividade perto de alguém.

Enquanto for possível manter distância de seres assim, melhor. Se não for, tente fazer com que eles esqueçam que você existe. Que eles não precisem de nada de você nem de você a eles. Mantenha uma distância segura para seu próprio bem e equilíbrio.

Manter sua energia elevada é básico, mas também pediria as Hierarquias para proteger e selar toda a sua casa de suas vibrações. Peça para seus mentores, cortar a energia deles sempre que detectada. Ainda mais, peça a toda a sua egrégora e à Fraternidade Branca, que limpe a energia desses seres e reequilibre para que eles não venham roubar energia de vocês. Peça, para que eles sejam desdobrados à noite e que sejam esclarecidos nas escolas de Luz dos planos superiores. Peça, para que toda a energia mental direcionada à você seja desintegrada, e que seja desconstruída na origem (eles). Que limpe toda a carcaça do mal desequilibrada que eles possuem e que toda essa energia seja transmutada.

Por mais desagradável que pareça, muitas das vezes eles esbarram conosco para que nós possamos ajudá-los. Como o contato verbal muitas vezes se torna impossível, o ideal é direcionarmos nossa Luz para estes seres, na esperança de que essa semente de Luz brote neste solo duvidoso.

É muito mais fácil e válido usarmos nossa Luz para trazer Luz à esses seres, do que eles usarem sua ignorância para desequilibrar nossa vida. Portando, não devemos ficar de braços cruzados. Devemos tomar a iniciativa visto que somos seres conscientes e então fazermos aquilo que é nosso trabalho.

Sempre ouvimos historias das hieraquias que ajudam a Terra mesmo em planos superiores. No entanto, existe muita coisa que podemos fazer aqui, enquanto encarnados. Basta que consigamos controlar nossas emoções e manter nosso foco na Luz. Assim, tornaremos nossa jornada mais proveitosa, para nossa evolução e para toda a humanidade.

Unidade em Luz,

Alryom

 

P.S.: Desculpe o tom irônico de algumas frases, porém sempre verdadeiro.

Zona de conforto

Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou, ao longe, um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita.

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas, e as oportunidades de aprendizado que temos também, com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira tosca, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então se aproximou do pai de família e perguntou:

– Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?

O pai, calmamente, respondeu:

– Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha, por mantimentos, e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada, para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo.

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, conversou com seu fiel discípulo e ordenou:

– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício, ali na frente, e a empurre, jogue-a lá embaixo.

O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas diante do absoluto silêncio do seu mestre, foi cumprir a ordem. Empurrou a vaquinha morro abaixo, e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, e um dia ele resolveu voltar àquele lugar, e contar tudo àquela família. Pediria perdão e os ajudaria, de alguma forma.

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