Em 1996, conselho regional de medicina, mandava prender indevidamente, o cientista Paul Laussac

Em 1996, conselho regional de medicina, mandava prender indevidamente, o cientista Paul Laussac

 

TJ-RS condena Estado a indenizar por prisão indevida de cientista (notícia de 2002)

A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul mandou o Estado gaúcho indenizar o cientista Paul Louis Marcondes Laussac, morador de Belo Horizonte. O cientista foi preso em flagrante por policiais civis e taxado de “charlatão”. A prisão ocorreu durante uma palestra para médicos, psicoterapeutas e fisioterapeutas em um hotel.

O TJ gaúcho arbitrou o valor da indenização em 80 salários mínimos (R$ 16 mil) com correção monetária a partir do julgamento e juros moratórios retroagindo à data do ilícito. Assim, a indenização poderá ser de mais de R$ 20 mil.

De acordo com o site Espaço Vital, Laussac permaneceu preso por 36 horas. Somente foi liberado porque conseguiu um habeas corpus. Ele havia sido preso no dia 19 de setembro de 1996 depois de um “pedido de providências” feito pelo Conselho Regional de Medicina.

O cientista proferia uma palestra sobre métodos não ortodoxos de tratamento de determinadas deficiências físicas quando foi preso. Também vendia os aparelhos “pinel trainer” e “reeducador neurológico”, ambos registrados no INPI.

Em primeira instância, a ação de indenização por danos morais foi julgada improcedente. Os advogados Oscar Bromeu Trindade e Oscar Maciel Trindade Netto, que representam o cientista, recorreram ao TJ-RS.

A relatora, juíza convocada Ana Lúcia Carvalho Pinto Vieira, afirmou que “ninguém pode ser preso para, ao depois, verificar-se em que conduta criminosa se ajusta”. A juíza afastou a possibilidade de estelionato. “A platéia era seleta e avalizada; o público alvo eram cientistas; e o palestrante era convidado – logo não houve fraude”, afirmou.

Processo nº 70003371929

Fonte: http://www.conjur.com.br/2002-ago-27/cientista_indenizado_estado_decide_tj-rs

A cura do câncer foi descoberta em 1940

A cura do câncer foi descoberta em 1940

 

Trecho de uma entrevista consedida por Paul Louis Marcondes Laussac à revista De Fato.

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De Fato – Com esses recursos que o senhor mostra como solucionadores de problemas complicados do homem e da sociedade como um todo, como explica o seguinte: estar numa das maiores cidades do Brasil, Belo Horizonte, ser procurado pela imprensa e divulgar os resultados de sua pesquisa e seus inventos e mesmo assim ver o mundo se afundar em problemas?

Paul – É muito simples. O homem nuca mais quis resolver os seus problemas. Quis, sim, atenuá-los e mantê-los sob controle. Vocês não sabiam que a cura do câncer foi descoberta em 1940 por um físico russo de nome Georges Lakowsky? Ele ponderou que cada célula recebe do DNA ao se formar uma córnea específica para vibrar numa determinada freqüência. Isso é que faz um olho ser diferente do outro e todas as partes do corpo, até uma unha. Seu aparelho, testado e comprovado e que muitos cientistas conheceram, cura a doença até em fase terminal.

De Fato – O que foi feito desse aparelho?

Paul – Quando ficou comprovado que o aparelho inventado por George Lakowsky curava câncer – e isso foi, repito, constatação de cientistas de vários países como Estados Unidos, Itália e Inglaterra – Mandaram prender a assistente dele, uma médica inglesa chamada Ruth Daw, que acabou morrendo na prisão. Nos estados Unidos, o país mais democrático do mundo, existe uma lei que proíbe divulgar qualquer coisa sobre esse aparelho, porque as multinacionais recebem do governo norte-americano em torno de 24 bilhões de dólares por ano para não pesquisar a cura do mal, já descoberta em 1940. Eles ficam gastando o dinheiro simplesmente por gastar, mas nunca chegam a um resultado para não perderem a marmelada.