A Nova Consciência e a Água Sagrada (Drunvalo Melchizedek)

Saudações queridos amigos e irmãos da Luz,

A mensagem abaixo é simplesmente incrível e acredito que para a maior parte das pessoas é também INÉDITA. Para quem eu já comentei algo sobre isso, ninguém conseguiu ficar indifirente. É realmente algo de vibrar nossos corações. Peço que leiam atentamente e não acreditem que já sabem do que se trata, pois muito provavelmente será uma surpresa. Esse texto é de 1999 mas sua divulgação foi muito restrita, e por isso é algo que precisa se espalhar, pois seu conteúdo é simplesmente surreal.

Luz no Caminho,

Bruno Borges

National Water Center, Eureka Springs, Arkansas- USA

National Water Center – Barbara Helen Harmony :: email: peace@ipa.net
A Howlin’ Dog Web Production, howlindog@cox.net.  Updated: August 23, 2010.
Contents ©1999-2010 by National Water Center. All rights reserved worldwide.

Fonte:  http://www.nationalwatercenter.org/dru_mother.htm




Agradecemos a Drunvalo Melchizedek por gentilmente nos permitir publicar e compartilhar os seguintes trabalhos protegidos por direitos autorais sobre a vida da (e na) água. Seu site: www.drunvalo.net.


“A Mãe Terra – A Nova Consciência e a Água Sagrada”

Uma conversa apresentada por Drunvalo Melchizedek, em 01 maio de 1999.

 
Água Aglomerada 

Catorze anos atrás, um novo tipo de água surgiu na terra, uma água nunca vista antes, nunca se ouviu falar, nunca se soube existir.

Esta água é chamada água aglomerada. A água parece sob um microscópio, como flocos de neve. É formado em pequenos hexágonos, pequenos padrões hexagonais. Esta água é encontrada em todos os bebês: bebês humanos, as árvores, potrinhos. Todos os bebês são preenchidos com água aglomerada. Mas muito em breve, nós a perdemos, e ele vai para a água estruturada. E então, muito em breve, por causa da maneira como vivemos neste mundo poluído, ela começa a se transformar em água não estruturada.

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A História dos Kogi – Drunvalo Melchizedek

A História dos Kogi: As crianças dos próximos mil anos

Por Drunvalo Melkizedek

A história que vocês estão prestes a ler é verídica, mas também incomum. Tanto que, se vocês não tiverem a mente aberta, ela parecerá impossível. E se vocês não tiverem um coração aberto, a história não será compreendida para que possa ser vivida.

Nos últimos anos, tenho estado em Yucatán, México várias vezes trabalhando com o xamã Maia Hunbatz Men. Ele tem realizado nos tempos que correm as cerimônias dos antigos sacerdotes maias para trazer e estabilizar as novas energias de nosso Sol — energias que nunca entraram na Terra e que alteram a maneira de percebermos a vida.

Seu trabalho é muito importante para o desenvolvimento do novo mundo na Terra e para o nascimento de nossa nova consciência.

Alguns meses atrás, um homem chamado Ellis, que trabalhava junto de Hunbatz Men, veio ter comigo e começou a me contar esta história. Ele disse que na Colômbia, nas profundezas da floresta amazônica, havia uma tribo aborígine chamada Kogi. Não tinham idioma e “falavam” uns com os outros apenas telepaticamente.

Na verdade, eles produziam pequenos sons, que não eram, contudo, organizados de forma lógica num padrão fonético, tal como um alfabeto. Eram meramente sons, mas que vinham do coração, não da mente, e criavam imagens na cabeça da pessoa, de forma que ela conseguia “ver” o que a outra estava comunicando.

Ellis disse que sem dúvida eles eram capazes de viajar fora do corpo e sabiam tudo o que estava acontecendo ao redor do mundo, embora nunca tivessem fisicamente saído de sua terra natal. Nunca tinham sequer tentado se comunicar com o mundo externo, exceto com uns poucos afortunados.

Os Kogi não nos vêem como se estivéssemos “dormindo,” como várias das religiões hindus e orientais nos percebem. Os Kogi nos vêem como se estivéssemos “mortos.” Não estamos vivos, somos, sim, apenas sombras da energia que poderíamos ser.
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