Como resolvo meus problemas de Saúde (quase sempre)

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Nas últimas semanas, houve um dia em que me senti muito mal. Com uma forte dor no corpo que começou bruscamente e que eu não teria sinais dela 5 minutos antes de sentí-la. No entanto, de forma rápida eu senti uma forte e intensa dor no estômago.

Não estou acostumado a ficar doente ou com dores, pois me trato diariamente para evitar que isso aconteça, mas quando acontece, o que é normal, fico bem irritado. Nessas horas percebo o quanto nossos corpos físicos são brutos e frágeis.

Eu já havia feito meu ancoramento e parte dos meus corpos sutis já estavam sendo tratados pela minha equipe médica. No entanto, começou a ficar mais intenso e me questionei se não deveria ir ao hospital. Para eu sequer pensar nessa hipótese é porque realmente era algo fora do normal. Hospital é um dos lugares em que eu menos tenho vontade de ir na vida, isso porque fico vendo centenas de seres (espirituais) passando pelo local, vagando, uns ajudando, outros pedindo ajuda e acaba que eu, mesmo passando muito mal, ainda tenho que trabalhar ajudando como se fosse o fim do mundo.

Bem, o fato é que eu precisava saber mais sobre o que estava contecendo. Ativei meu computador holográfico e um pilar de luz deslocou meus corpos sutis para minha equipe espiritual, dentro da nave de luz Crystal Infinitum em 6D. Chamei meu amigo Mitt (mentor) e pedi a análise dele.

Como eles já estavam me tratando, ele chegou e me disse: “Analisando suas atuais possibilidades, se você for no médico, gastará 30 min para ir e para voltar. As filas dos hospitais da sua região farão que você agurde em torno de 40min a 1h. Até ser atendido, medicado e ser liberado, vai gastar mais 2h a 3h. No entanto, se ficar apenas quieto e em repouso, seu histórico fisiológico mostra que em cerca de 1h30min já estará se sentindo melhor.”

É, bem melhor que ainda ter que dirigir passando mal…

– Mitt, tudo bem, vou ficar aqui quieto sem me desesperar. Mas a dor está muito intensa e não estou aguentando. Por favor, me desloca completamente do meu corpo físico pois não quero ficar aqui dentro com essa dor toda. Depois, mais tarde eu volto, quando já estiver tudo bem. “Ok, sem problemas” – ele responde.

Apago todas as luzes, tranco a porta do quarto e me deito. Em menos de 5 minutos, já apaguei completamente. Cerca de 1h40min depois eu acordo:

– Wow, nossa, como é bom viver e se sentir bem. Ai que alivio…

Já não sentia mais dores. Parecia que nada tinha acontecido, apenas uma leve pressão no local e uma lembrança distante de algo que me incomodava.

Sento um pouco e chamo toda minha equipe espiritual. Agradeço muito por tudo o que fizeram por mim e sempre fazem. Não sei o que seria da minha vida sem esse pessoal todo para ajudar. Profunda gratidão por todos vocês… do fundo do meu coração mesmo. As vezes, nem sei se mereço essa atenção toda… mas gratidão!

Unidade em Luz,

Alryom

 

OBS: A precisão da análise e das informações do tempo exato em que eu iria me recuperar são baseados na constante análise e monitoramento contínuo que possuo. Essas informações extremamente precisas só são possíveis para pessoas que são monitoradas por eles contínuamente. No caso, apenas eu e minha família, que somos monitorados por questão de proteção pessoal, devido ao meu trabalho espiritual.

Para as demais pessoas, o processo de cura é o mesmo, apenas não se tem o histórico fisiológico do indivíduo e dessa forma não há como prever em quanto tempo ou quantas seções os tratamentos terão o resultado esperado.

 

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THALER de NETUNO – Histórias de Maldek e o Sistema Solar

THALER de NETUNO – Parte Final

Histórias de Maldek e o Sistema Solar

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA.

Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

“Antes que o povo de meu mundo (MALDEK) os apunhalasse com o garfo da ilusão, o elohim tocou suas harpas de fogo e cantou a beleza de seu mundo e de sua devoção ao plano divino do Criador de Tudo Aquilo Que É. Que o véu que fizemos cair sobre suas mentes e seu planeta seja em breve erguido e tirado de vocês para sempre pelo vento que está agora se elevando das profundezas da eternidade.(N.T. Das profundezas do SOL CENTRAL da Galáxia) Sou Tob‑ Vennit de MALDEK.”

STOC E OS HOMENS MACACOS GIGANTES

Há aproximadamente nove milhões de anos, as pessoas conheciam realidades invisíveis que em muito ultrapassavam sua imaginação e que não podiam ser descritas em palavras. Era uma época em que os talismãs e cânticos mágicos de pessoas especiais conseguiam fazer com que certos tipos de animais (até os predadores ferozes) parassem imediatamente. O sopro do caçador psíquico, quando inalado pelo animal, ou uma palavra mágica sussurrada em seu ouvido, fazia com que as feras adormecessem e morressem tranqüilamente. Como esses mesmos poderes (contra os quais não havia defesa) podiam ser dirigidos contra humanos, não havia guerra entre os portadores desses poderes únicos. Tive a felicidade de nascer numa grande tribo, cujos líderes possuíam tais poderes. Meu nome era então Stoc.

Havia também muitas outras espécies (grupos) que não possuíam os poderes mágicos do meu povo. A mistura bem-sucedida das diferentes espécies humanóides era impossível. Alguns grupos tinham populações que chegavam a centenas de milhares. Mais de 90% das espécies humanóides existentes não tinham esses poderes e, portanto, matavam ocasionalmente, e em alguns casos comiam, integrantes de outros grupos, embora houvesse abundância de animais comestíveis.

A aparência dos vários grupos de humanóides variava. A maioria dos grupos poderia ser confundida hoje com chimpanzés, gorilas e macacos, mas posso garantir-lhes que sua capacidade de pensar e raciocinar ultrapassava a de seus representantes físicos atuais. Vi arte produzida por uma criatura humanóide de aparência semelhante a um chimpanzé atual que causaria inveja a um mestre. Naquele tempo, a Terra poderia ser chamada de “O Planeta dos Macacos”.

De fato, havia uma espécie de macaco da Terra antiga que nunca reevoluiu fisicamente, mas sua capacidade natural ultrapassa a de seus ancestrais genéticos, surgidos em um dos planetóides do radiar Relt (Júpiter). Sua atual capacidade mental excepcional permite-lhes perceber o macro nível do campo vital universal (reino dos Elohim). São afetuosamente denominados macro macacos (da tradução inglesa), podendo ter filhos com os habitantes do radiar Relt, mas raramente o fazem.

Entre as centenas de espécies humanóides que viviam na Terra naquela época, havia cerca de seis tipos com a aparência semelhante à dos seres humanos que vivem hoje no planeta. Minha espécie (em pequeno número) era uma delas; poderíamos andar nas ruas de qualquer cidade da Terra de hoje sem chamar a atenção de ninguém. Não nos casávamos, e as mulheres e crianças eram sustentadas pela comunidade. De fato, em nossa sociedade as mulheres e os homens partilhavam igualmente de todas as coisas.

Em virtude dos poderes psíquicos de nossos líderes, as outras espécies humanóides nos evitavam, deixando-nos perambular em paz pelos bosques e planícies do planeta. Era como se o mundo pertencesse apenas a nós. O clima era muito ameno em todas as quatro estações. A aldeia de minha tribo se localizava no que hoje seria chamado norte da Alemanha (agora com um clima completamente diferente). Escolhi falar desta vida em particular não apenas para descrever os vários tipos de humanóides que coexistiam na época, mas também para narrar um acontecimento raro que poucas pessoas de qualquer outra época na Terra já experienciaram – e esperamos que ninguém experiencie no Futuro.

O acontecimento se deu certo dia, quando um grupo de 14 pessoas de minha tribo saiu para pescar próximo à nossa aldeia. Eu era um dos quatro homens do grupo; havia cinco mulheres e cinco crianças. Nenhum de nós possuía poderes excepcionais, mas isso não tinha importância, pois os seres de outras espécies não sabiam disso, e nossa própria aparência faria com que corressem e se escondessem. Durante nossa excursão passamos o tempo cantando e fazendo coro.

De repente, fomos envoltos por um odor terrível que queimava nossas gargantas e pulmões. A causa de nosso extremo desconforto eram rolos de fumaça amarela que saiam do bosque e eram trazidos pelo vento em nossa direção. Corremos tossindo e sufocando em meio a inúmeros outros tipos de humanóides e animais até chegar a um local acima do vento. Os homens de nosso grupo, depois de um período de recuperação, decidiram descobrir o que causava a fumaça, que agora desaparecera.

Com cuidado, entramos no bosque pelo lado oposto. Paramos quando ouvimos vozes altas falando um idioma desconhecido. Então, destemidamente rumamos em direção às vozes, deparando-nos no caminho com várias árvores de troncos grossos arrancadas. Mais próximo da fonte das vozes, encontramos árvores com troncos enegrecidos pelo fogo e ainda esfumaçando. Vimos, então, algo totalmente inesperado.

O fato se repetiu em nossos tempos com a queda de UFO em Roswell, em 1947.
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