No Brasil também existem Geoglifos (Crop Circles)

Publicação contou com parceria do Governo do Estado e alerta para a importância da preservação desses sítios históricos

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Uma parceria do Governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Lazer (SETUL) e da Fundação Elias Mansour (FEM), com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), possibilitou a produção do livro Geoglifos – Paisagens da Amazônia Ocidental, cujo lançamento foi realizado na noite desta quinta-feira, 07, no Theatro Hélio Melo.

O livro traz uma série de imagens que revelam a beleza e os mistérios das gigantescas estruturas feitas no solo acreano há pelo menos mil anos e que receberam o nome de geoglifos. Organizadas por pesquisadores, entre eles Alceu Ranzi e Antônia Damasceno, as fotografias foram tiradas durante os muitos sobrevoos feitos aos quase 300 sítios arqueológicos já descobertos no Acre. São fotografias de Edison Caetano, Diego Gurgel, Sérgio Vale e Maurício de Paiva.

Segundo o geógrafo e paleontólogo, Alceu Ranzi, nos últimos cinco anos o conhecimento sobre os geoglifos se aprofundou graças ao entusiasmo da equipe de pesquisadores e ao apoio institucional e financeiro do CNPQ e do Governo do Acre.

“Na busca de estudar essas estruturas podemos dizer que, até o momento, temos mais perguntas do que respostas. No entorno dos geoglifos pessoas trabalharam, sonharam, oraram, amaram, constituíram suas famílias e enterraram seus mortos”, supõe Ranzi.
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