Civilização achada na Amazônia

Civilização desconhecida achada na Amazônia

Paula Rothman, de INFO Online   Sexta-feira, 08 de janeiro de 2010 – 10h40

Civilização desconhecida achada na Amazônia

SÃO PAULO – Áreas desmatadas da Amazônia revelam vestígios de uma sociedade desconhecida no norte do Brasil. Com a ajuda do Google Earth, pesquisadores descobrem centenas de desenhos geométricos feitos no solo – os chamados geoglifos. Entre os sinais deste tipo mais famosos já encontrados no mundo, destacam-se as linhas de Nazca, no Peru.

São mais de 200 locais e 210 estruturas distribuídas em uma área de 250 km de largura que incluem círculos e quadrados perfeitos, muitos conectados por estradas retas. Esses enormes desenhos são formados de canais com 11 metros de largura e de um a três metros de profundidade. Eles ainda possuem barreiras laterais entre 0,5 e um metro, erguidas com os depósitos das escavações. Os círculos têm diâmetros que variam de 90 a 300 metros.

As figuras foram datadas como sendo do ano 1.283DC, mas é possível que alguns tenham sido feitos até 200DC. Os primeiros foram descobertos em 1999, depois que grandes áreas da floresta foram desmatadas para criação de pastagens. Os locais de buscas estão concentrados no Acre, Amazonas e norte da Bolívia.

Segundo os autores, o serviço do Google dá muito pouca cobertura a essas áreas não-urbanas, o que leva a crer que os desenhos encontrados representam apenas 10% do que ainda deve ser descoberto.


A equipe de pesquisa, que inclui Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará, e Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, acredita que as grandes medidas das estruturas são um indício do tamanho da população que vivia no local.

Segundo eles, para formar desenhos como estes seriam necessárias pelo menos 300 pessoas – e que, no total, essa civilização deveria contar com 60 mil membros. As escavações no local revelaram também indícios de habitação, como cerâmicas, carvão e pedras lascadas como ferramentas.

Os autores das obras escolheram um platô de 200 metros de altura para construir a maioria dos desenhos, o que teria dado a eles a vantagens na defesa e uma vista clara para a chegada de possíveis inimigos.

Os pesquisadores acreditam que essa região da América do Sul era repleta de sociedades complexas, provavelmente dizimadas por doenças trazidas por colonizadores há 500 anos. O estudo muda a tese de que a área só poderia suportar pequenas vilas de moradores. A equipe publicou as descobertas no jornal Antiquity.


As Pirâmides na Amazônia

A história que envolve a possível existência de, pelo menos, três pirâmides no meio da selva amazônica brasileira é uma das mais estranhas e misteriosas de que se tem notícia.

No Brasil, o tema se tornou conhecido publicamente em 1979, quando algumas revistas e emissoras de televisão publicaram matérias sobre a descoberta de três estruturas de forma piramidal, recobertas pela vegetação, que teriam sido avistadas de alguma distância por um grupo que realizava uma expedição à procura de vestígios de uma antiga civilização existente, numa região próxima à serra do Gupira, no alto rio Negro.

Após uma série de controvérsias, alguns especialistas afirmaram, mesmo sem terem visitado a região, que as fotos apresentadas mostravam apenas formações naturais, morros cobertos pela vegetação, com formatos que lembravam pirâmides. O fato é que o assunto morreu e nunca mais se ouviu ou viu qualquer publicação a esse respeito. No entanto, o historiador, antropólogo e arqueólogo brasileiro Aurélio M. G. de Abreu apresentou uma versão bem mais completa para o caso, entendendo que o assunto foi muito mal explicado e ainda pior pesquisado pelas autoridades e cientistas brasileiros.

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A história complicada começou em 1971, quando um piloto alemão que se encontrava em Manaus teve contato com um homem que dizia ser nativo da Amazônia, de uma região do interior, pertencente a uma tribo chamada ugha mogulala, filho de pai alemão e mãe indígena, e que falava alemão correntemente. Segundo ele, cerca de dois mil soldados alemães chegaram à região entre os anos de 1939 e 1941, enviados por Hitler como cabeça-de-ponte para uma possível invasão ao Brasil. Quando retornaram em 1945, alguns deles resolveram permanecer e se misturaram aos nativos.

O piloto alemão contou a estranha história ao jornalista Karl Brugger, que foi a Manaus, entrou em contato com o nativo que falava alemão – que se chamava Tatunka Nara – que lhe contou que ainda existiam descendentes de uma civilização pré-colombiana vivendo no interior da Amazônia.

Brugger partiu numa expedição às cidades em companhia de Nara em 1972 e, em 1976, publicou o livro Die Chronik von Akakor, em que narrava a chegada dos soldados alemães.

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Diz-se que Eirch von Däniken também resolveu pesquisar sobre o assunto e esteve em Manaus em 1977, também contatando Tatunka Nara. Nessa ocasião, o nativo lhe disse que existiam três cidades habitadas no interior da mata – Akahim, Akakor e Akanis – e que em Akahim existiria um objeto que teria sido entregue aos sacerdotes mogulalas milhares de anos atrás, por deuses que vieram do céu. Segundo a lenda ou tradição desse povo, esse objeto começaria a cantar quando chegasse o momento de os deuses retornarem à Terra, e que isso vinha ocorrendo ultimamente. O piloto que primeiro fizera o contato foi encarregado por Däniken de dirigir-se até Akahim e obter o suposto objeto, e para tal armou-se uma expedição que, por sua vez, teve de contar obrigatoriamente com um arqueólogo brasileiro, sendo escolhido Roldão Pires Brandão.

Quando a expedição estava a dois dias da suposta cidade de Akahim, foi forçada a retornar para dar assistência a Roldão, que levou um tiro no pé. Segundo um comunicado da revista Ancient Skies, editado pela Ancient Astronaut Society, Roldão se teria ferido propositadamente para impedir que a expedição prosseguisse. Diz-se que a informação sobre as pirâmides foi passada à imprensa pelo próprio Roldão, depois que soube de uma expedição inglesa que estaria tentando atingir a região partindo da Venezuela.

O jornalista Karl Brugger retornou ao Brasil em 1981 e tentou realizar mais uma expedição com Tatunka Nara e um cineasta, mas a viagem foi suspensa porque o nativo disse que não haveria nenhuma segurança em atravessar a região, abalada por tribos em pé de guerra. A imprensa brasileira também publicou matérias procurando desmentir os acontecimentos, insistindo em que o nativo Tatunka Nara seria, na verdade, um ex-marinheiro alemão, neurótico de guerra, que teria inventado toda a história.

No entanto, o jornalista Brugger conseguiu colher material na Alemanha Oriental, um filme que mostrava a partida do grupo de soldados rumo à América do Sul e sua chegada à Amazônia. E as fotos obtidas são reais, por maiores que sejam as divergências. Para complicar o caso, Karl Brugger foi assassinado no Rio de Janeiro, em 1984, segundo informações da polícia pelo disparo da arma de um assaltante.

Esse assunto está ligado a uma série enorme de histórias que dizem respeiro à possível existencia de uma civilização pré-colombiana no Brasil, muito antes da chegada dos portugueses. Para alguns, como o próprio arqueólogo Aurélio de Abreu, não se pode descartar a possibilidade de que os maias tenham realizado uma série de viagens por mar, e instalado algumas colônias na região. Para outros pesquisadores da área, uma civilização independente teria existido em vários pontos do Brasil, talvez muito mais antigas do que se supõe, e causa irritação em grande parte dos investigadores autônomos e também em muitos arqueólogos o fato de os estudos referentes a essas descobertas não serem levados adiante, como ocorre com a provavel existencia de ruínas de cidades antigas na região da Serra das Figuras e também da Serra do Roncador e Paraúna.

Alguns estudiosos, como Peregrino Vidal, entendem que houve uma colonização sumeriana na América, com alguns contingentes sendo trazidos do Egito para elaborar as construções na região. Outros entendem que a Atlântida teria sido o centro do qual partiram colonizadores, tanto em direção ao Egito quanto em direção às Américas, levando com eles as técnicas de arquitetura e construindo pirâmides semelhantes dos dois lados do oceano.
Outras linhas de pesquiza entendem ainda que a Atlântida seria a própria América, o centro do qual se teria originado uma série de civilizações, inclusive a egipcia, e não é de estranhar que sejam encontradas pirâmides na região do Amazonas.

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9 comentários em “Civilização achada na Amazônia

  1. Gostaria muito de saber mais sobre estas civilizações na Amazonia fico muito entrigado pois já houvi falar que uma vêz o rio amazonas secou,que a água desceu para baixo da terra onde a uma grande civilização.Não posso confirmar
    mas acredito nestas histórias pois sou uma pessoa espiritualista e tenho certeza
    que a nave que eu vi em 12/03/78 as 01h.23min. era uma nave mãe de ASHTAR
    SHERAN. fIco agradecido de tudo que vi e quero saber mais. NAMASTÊ.

  2. Ôi, Bruno Borges:

    PARABÉNS pelo seu maravilhoso trabalho em prol da LUZ.

    Abraços na UNIDADE PERFEITA com a CONSCIÊNCIA CÓSMICA UNIVERSAL da FONTE da CRIAÇÃO de TUDO O QUE É.
    Nilton Fernandes Passos
    Copacabana / Rio de Janeiro

  3. BOA NOITE.

    GOSTARIA DE REVELAR QUE Á VERDADE VAI VIR Á TONA.
    SOU ESTUDANTE DE DIREITO NO RJ.
    ESTOU EM CONTATO COM ARQUEOLOGOS DA FACULDADE.

    1º O BRASIL NÃO FOI DESCOBERTO POR PORTUGAL, VOU PROVAR POR VOLTA DE 1500 NO LITORAL CHEGOU PORTUGAL.

    SÓ QUE NA AMAZONIA EXISTIA 3 COLONIAS DE INDIGINAS, SUMERIANAS QUE VIERAM DO RIO EUFRATES NO MAR DO ORIENTE MEDIO, * SUBIRÃO O ALTO RIO Á TRES 3 PIRAMIDES DENTRO DA MATA. O EXERCITO BRASILEIRO NÃO DA PERMIÇÃO PARA ENTRAR.

    ARQUEOLOGO AURELIO SG ABREU, GODAM PIRES BRANDÃO FICOU CEM RESPOSTAS, MAS EU ESTOU EM CONTATO COM MANAUS, PARA INFORMAR QUE VOU MUDAR ESSA MERDA SUJA DO BRASIL.

    EXISTE UM INDIGINA DENTRO DO RIO NEGRO COM MAIS DE 85 ANOS, Á MUITA COISA QUE VAI SER UMA BOMBA. VAMOS VER SE Á HISTORIA NÃO MUDA. NÃO ADIANTA VCS MESMO.

    NÃO VOU REVELAR Á EXPEDIÇÃO Á AMAZONIA POR SIRCUSTANCIA, DA AUTORIA DOS FATOS.

    VOU ATÉ O FIM.

    • ola, boa tarde a todos, sou filho de militar sou militar e sobrinho de um piloto da aeronautica, amo estes assuntos sempre quis participar de espediçoes para revelar esses misterios ainda nao tive oportunidade mas tenho amigos com a mesma coragem que eu e muita disposiçao estamos tentando algum apoio para iniciarmos uma espediçao a amazonia espero que vcs leitores e entidades nos ajudem por favor sinto que esta e minha missão de vida

      • Olá Pessoal! Tenho muito interesse nesse assunto, pensava que estava sozinho nessa. Fiz treinamentos de sobrevivência na selva com o pensamento de um dia, talvez, fazer uma jornada em busca de respostas sobre tal assunto.

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