THALER de NETUNO – Parte Final
Histórias de Maldek e o Sistema Solar

Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA.
Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
“Antes que o povo de meu mundo (MALDEK) os apunhalasse com o garfo da ilusão, o elohim tocou suas harpas de fogo e cantou a beleza de seu mundo e de sua devoção ao plano divino do Criador de Tudo Aquilo Que É. Que o véu que fizemos cair sobre suas mentes e seu planeta seja em breve erguido e tirado de vocês para sempre pelo vento que está agora se elevando das profundezas da eternidade.(N.T. Das profundezas do SOL CENTRAL da Galáxia) Sou Tob‑ Vennit de MALDEK.”
STOC E OS HOMENS MACACOS GIGANTES
Há aproximadamente nove milhões de anos, as pessoas conheciam realidades invisíveis que em muito ultrapassavam sua imaginação e que não podiam ser descritas em palavras. Era uma época em que os talismãs e cânticos mágicos de pessoas especiais conseguiam fazer com que certos tipos de animais (até os predadores ferozes) parassem imediatamente. O sopro do caçador psíquico, quando inalado pelo animal, ou uma palavra mágica sussurrada em seu ouvido, fazia com que as feras adormecessem e morressem tranqüilamente. Como esses mesmos poderes (contra os quais não havia defesa) podiam ser dirigidos contra humanos, não havia guerra entre os portadores desses poderes únicos. Tive a felicidade de nascer numa grande tribo, cujos líderes possuíam tais poderes. Meu nome era então Stoc.
Havia também muitas outras espécies (grupos) que não possuíam os poderes mágicos do meu povo. A mistura bem-sucedida das diferentes espécies humanóides era impossível. Alguns grupos tinham populações que chegavam a centenas de milhares. Mais de 90% das espécies humanóides existentes não tinham esses poderes e, portanto, matavam ocasionalmente, e em alguns casos comiam, integrantes de outros grupos, embora houvesse abundância de animais comestíveis.
A aparência dos vários grupos de humanóides variava. A maioria dos grupos poderia ser confundida hoje com chimpanzés, gorilas e macacos, mas posso garantir-lhes que sua capacidade de pensar e raciocinar ultrapassava a de seus representantes físicos atuais. Vi arte produzida por uma criatura humanóide de aparência semelhante a um chimpanzé atual que causaria inveja a um mestre. Naquele tempo, a Terra poderia ser chamada de “O Planeta dos Macacos”.
De fato, havia uma espécie de macaco da Terra antiga que nunca reevoluiu fisicamente, mas sua capacidade natural ultrapassa a de seus ancestrais genéticos, surgidos em um dos planetóides do radiar Relt (Júpiter). Sua atual capacidade mental excepcional permite-lhes perceber o macro nível do campo vital universal (reino dos Elohim). São afetuosamente denominados macro macacos (da tradução inglesa), podendo ter filhos com os habitantes do radiar Relt, mas raramente o fazem.
Entre as centenas de espécies humanóides que viviam na Terra naquela época, havia cerca de seis tipos com a aparência semelhante à dos seres humanos que vivem hoje no planeta. Minha espécie (em pequeno número) era uma delas; poderíamos andar nas ruas de qualquer cidade da Terra de hoje sem chamar a atenção de ninguém. Não nos casávamos, e as mulheres e crianças eram sustentadas pela comunidade. De fato, em nossa sociedade as mulheres e os homens partilhavam igualmente de todas as coisas.
Em virtude dos poderes psíquicos de nossos líderes, as outras espécies humanóides nos evitavam, deixando-nos perambular em paz pelos bosques e planícies do planeta. Era como se o mundo pertencesse apenas a nós. O clima era muito ameno em todas as quatro estações. A aldeia de minha tribo se localizava no que hoje seria chamado norte da Alemanha (agora com um clima completamente diferente). Escolhi falar desta vida em particular não apenas para descrever os vários tipos de humanóides que coexistiam na época, mas também para narrar um acontecimento raro que poucas pessoas de qualquer outra época na Terra já experienciaram – e esperamos que ninguém experiencie no Futuro.
O acontecimento se deu certo dia, quando um grupo de 14 pessoas de minha tribo saiu para pescar próximo à nossa aldeia. Eu era um dos quatro homens do grupo; havia cinco mulheres e cinco crianças. Nenhum de nós possuía poderes excepcionais, mas isso não tinha importância, pois os seres de outras espécies não sabiam disso, e nossa própria aparência faria com que corressem e se escondessem. Durante nossa excursão passamos o tempo cantando e fazendo coro.
De repente, fomos envoltos por um odor terrível que queimava nossas gargantas e pulmões. A causa de nosso extremo desconforto eram rolos de fumaça amarela que saiam do bosque e eram trazidos pelo vento em nossa direção. Corremos tossindo e sufocando em meio a inúmeros outros tipos de humanóides e animais até chegar a um local acima do vento. Os homens de nosso grupo, depois de um período de recuperação, decidiram descobrir o que causava a fumaça, que agora desaparecera.
Com cuidado, entramos no bosque pelo lado oposto. Paramos quando ouvimos vozes altas falando um idioma desconhecido. Então, destemidamente rumamos em direção às vozes, deparando-nos no caminho com várias árvores de troncos grossos arrancadas. Mais próximo da fonte das vozes, encontramos árvores com troncos enegrecidos pelo fogo e ainda esfumaçando. Vimos, então, algo totalmente inesperado.
O fato se repetiu em nossos tempos com a queda de UFO em Roswell, em 1947.
Leia Mais…
Compartilhe, informação é Luz!:
Gostar disso:
Seja o primeiro a gostar disso post.